quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Swing de surpresa

Santeiro e Grace são super amigos nossos. Um casal bem simpático e com o qual temos muita amizade e convívio regular há vários anos. Grace é uma loirinha bem bonitinha, toda durinha, peitos médios, bundinha saliente, pernas bem torneadas resultado de mais de dez anos de dança e academia. Tem cabelos cor de mel e olhos castanhos claros muito bonitos. Santeiro é moreno, alto, esbelto, cabelos pretos, pele castanha, com aparência sempre simpática e sorridente.
Chamo-me Lorenzo e Mari é minha mulher. Eu sou claro, 1,80m, olhos azuis, cabelos curtos cor de palha e mantenho meu corpo dentro do limite para não perder a elegância. Tenho mais de 45 anos e sou considerado um coroa, em boa forma. Mari é morena clara, tem cabelos pretos lisos e com 35 anos, conserva toda a opulência de uma mulher de tamanho médio, corpo muito bonito, pés delicados e um jeito natural de ser que exerce uma sensualidade muito forte em todos. Já estou acostumado com a atração que ela exerce. As pessoas sentem tesão nela e me admiram pela mulher tão bonita que consegui conquistar. Mas eu até gosto disso, porque sou liberal e extrovertido.
Nos finais de semana, costumamos nos encontrar com eles em restaurantes, ou combinar programas de ir ao cinema, jantar, até sair para dançar. Nossos amigos moram numa casa deliciosa, com uma piscina bem jeitosa e muitas vezes fazermos churrasco e passarmos o dia juntos. Já temos bastante intimidade e não fazemos muita cerimônia. Porém, nas últimas vezes que nos encontramos achei que eles procuravam se mostrar mais sensuais sempre fazendo alguma coisa para provocar. Uma hora era um assunto picante, ou era uma piada, ou até mesmo a maneira de se vestirem. Num final de semana fomos lá na casa deles e Grace me parecia meio descontraída até demais, sem se preocupar muito com sua vestimenta.
Quando nós chegamos Grace usava uma espécie da bata indiana, bem estampada em tons de vinho, daquele tecido fininho e delicado que fica bem revelador do que está por baixo. Na hora que entramos não reparei, mas depois que ela me cumprimentou e abraçou senti os seios dela de encontro ao meu peito e percebi que estava sem sutiã. No abraço que me deu senti que os peitos dela estavam de bicos empinados e livres debaixo daquele tecido. Reparei então através do tecido que dava para ver quando ela se afastava e ficava contra a luz, por baixo da bata ela usava apenas uma tanguinha preta. Santeiro usava um short largo e camiseta.
Fizemos nossos cumprimentos naturalmente e fomos sentar perto da piscina, na sombra projetada da varanda. Havia um conjunto de cadeiras reclináveis dessas que servem para o banho de sol e nos acomodamos ali. Santeiro estava preparando o churrasco na churrasqueira que ficava mais no fundo da varanda e dispensou a minha ajuda. Grace se sentou com a gente nas cadeiras e nem deu importância quando a bata subiu e dava para ver sua tanguinha pequena. Eu procurava não olhar muito para o meio das coxas dela porque temia demonstrar que aquilo me provocava. O papo rolou normal como sempre. Ela descontraída e simpática.
Logo depois o calor foi aumentando e Grace sugeriu para que colocássemos roupas de banho para nadar na piscina. Foi então que percebemos que Mari havia esquecido a sacola com nossas roupas de banho e as toalhas. Na pressa de sair havíamos deixado em nossa casa. Na mesma hora Grace e Santeiro nos ofereceram roupas deles emprestadas. Tentamos agradecer negando, mas o calor estava muito forte e resolvemos aceitar. Grace foi dentro de casa e retornou alguns minutos depois trazendo um calção largo e o maior biquíni que ela tinha. Mas para Mari ainda ficaria mínimo porque minha mulher tem corpo muito maior.
Era um biquíni de crochê de amarrar dos lados, de cor creme, e na minha mulher não ia mesmo cobrir nada. Fomos experimentar no banheiro. A parte de trás da tanguinha era estreita e deixava as nádegas de Mari quase totalmente expostas, pois ficava somente um pequeno triângulo entrando no rego da bunda. Na frente só tapava mesmo a xoxota, e se Mari não fosse totalmente depilada ia ficar com os pentelhos de fora. O sutiã com modelo cortininha não cobria bem os seios volumosos e só tapava os mamilos. Eu vesti o calção que era largo para o Santeiro, mas para mim ficava bem mais justo e não tinha forro. Mari me mostrou que estava quase nua e eu respondi que não tinha outro jeito. Devíamos nos virar com aquilo para não cortar o barato do nosso feriado.
Fomos para a beira da piscina e Mari se desculpou com Grace pela roupa. Mas nossa amiga respondeu:
— Não estou nem preocupada. Se quiser pode ficar até sem roupa. Eu e o Santeiro já nos acostumamos a ficar sem roupa. Ninguém pode ver lá de fora.
De fato o muro alto impedia que o vizinho tivesse uma visão do quintal deles. Deixamos de lado a timidez e mantivemos a atitude otimista. O que interessava é que poderíamos nadar. Pouco depois Mari foi a primeira e entrar na água. Eu caí na piscina logo a seguir. Grace estava preparando um suco na cozinha e quando saímos da água, percebemos que a situação do biquíni da Mari ia ficar mais insustentável ainda. Os seios dela não paravam mesmo dentro do sutiã e os mamilos escapavam de lado quando ela se movimentava para sentar ou levantar. Santeiro, que é sempre descontraído falou:
— Tira esse negócio e faz topless. Faz de conta que você está no Rio de Janeiro, na praia.
Na hora parecia apenas uma gozação dele, mas Grace concordou. Ela resolveu o problema dando o exemplo e retirando a bata pela cabeça. Ficou apenas com a sua calcinha preta de Lycra. Ela disse para Mari:
— Pronto. Agora foi declarada aberta a temporada do topless. Estamos em nossa casa e entre amigos. Podemos ficar à vontade. Pode relaxar e tirar esse sutiã.
Olhei para ela admirado. Seus seios livres de formato médio eram firmes e bem feitos. Os mamilos rosados estavam empinados. Ela permanecia daquele jeito sem se alterar.
Mari me olhou como se perguntasse o que eu achava. Eu estava achando ótimo, porque sempre fui adepto da liberdade e do naturismo. Não tenho mesmo nenhum preconceito. Eu disse:
— Pronto, está resolvido. Para quê cobrir o sol com a peneira, ou melhor, a montanha com o boné? Fique à vontade, a dona da casa está mandando!
Mari então obedeceu. Só que a seguir eu tive que entrar na água de novo, porque meu pau estava ficando maior dentro do calção e sem o forro ia armar o maior circo. Disfarcei e caí na piscina. Var as duas de topless me excitou.
Mari retirou a parte de cima do biquíni e se sentou na cadeira de descanso para tomar sol. Os bicos dos seios estavam empinados e firmes como os de Grace. Santeiro sempre brincalhão falou:
— Veja que lindos seios. Melhor ficarem assim do que escondidos.
Mari agradeceu meio sem jeito.
Enquanto isso Grace caminhou sem demonstrar nenhum tipo de timidez e com jeito bem feminino entrou na piscina. Ela se movimentava com muita graça e sensualidade, e o fato de estar de topless a tornava mais sensual. Aquilo mexia comigo. Eu tentava disfarçar, mas a visão das duas mulheres ali com os peitos de fora, com os bicos salientes, me deixava bem excitado. Sabia que era somente durante um tempo, até me acostumar. Mas Santeiro estava sempre provocando e disse:
— Agora nós temos que ter cuecões de couro, senão vai ser o maior festival de circo armado.
Ele mostrou que também estava com um volume meio saliente entre as pernas sob o calção.
Mari riu do jeito dele. Grace rebateu:
— Até parece que nunca viram. Não tem nada demais.
Grace saiu da piscina e percebi que a calcinha preta de Lycra fina, molhada, ficava colada em seu corpo e quase transparente, modelava a xoxotinha depilada e estufadinha. Ela nem ligou e foi se sentar numa cadeira ao lado de Mari e nem se importou em fechar as pernas. Olhei para Santeiro e vi que ele havia reparado o mesmo que eu, mas continuava a tratar do churrasco com olhar maroto. Eu mantive a minha posição de dentro da água e observei as duas mulheres. Os mamilos das duas continuavam bem empinados, tanto pelo frescor da água em seus corpos, como pela excitação momentânea de se exporem na nossa frente. Mari tem mamilos bem salientes e ficam muito bonitos quando se excitam.
Eu não ia falar nada e esperar me acostumar com aquela situação, mas Santeiro me pediu ajuda para colocar mais carvão na churrasqueira e tive que sair da piscina. O tecido fino do calção se ajustava ao meu corpo e modelava meu pau ligeiramente avolumado, sem estar totalmente duro. Mas dava para notar que estava mais aumentado e visível pelo tecido molhado. Santeiro viu aquilo e tratou de falar:
— Olha só, agora tem que se acostumar para relaxar e abaixar esse circo.
Eu caminhei um pouco sem jeito tentando não chamar a atenção, mas ele continuou a provocar:
— Com essas duas gostosas assim excitadas por se exibirem para a gente é muito natural isso acontecer.
Ele mostrava que também estava de circo meio armado.
Enquanto ele falava tratei de colocar o carvão no braseiro e depois lavei as mãos.
Grace tentou responder ao marido dizendo:
— Se você ficar falando nisso aí é que não desliga.
Santeiro então respondeu:
— Estou falando o que é. O que não desliga é ver vocês com tesão, os biquinhos empinados e fingindo que não sentem nada. Estão gostando de provocar. A gente não tem como esconder e assume. Mas ver essa sua xoxota estufada dentro da calcinha molhada é mais provocante que se tivesse sem a tanga.
Eu não esperava que ele falasse aquilo de forma direta. Grace sorriu divertida e respondeu:
— Não seja por isso. Se for menos provocante para vocês eu tiro a tanga.
Ato contínuo ela se levantou e com muita naturalidade despiu a calcinha descendo pelas pernas, ficando nua. Não satisfeita, ela virou-se para nós e disse:
— Pronto, podem olhar à vontade. Esta sou eu e esta aqui é a minha xoxota. Não tenho mais nada para esconder. Estou ao natural.
Santeiro assobiou baixinho e disse a ela:
— Muito gostosa! Um a zero pra você!
Olhei para Mari que se mantinha calada, mas com um sorriso irônico. Ela também parecia achar divertido o que estava acontecendo. Grace voltou a se acomodar nua em sua cadeira. Eu e Santeiro já estávamos com os volumes crescidos dentro do short. Santeiro então provocou:
Aí Mari, pode tirar a sua também! Mostra essa perereca pra gente!
Grace virou-se para Mari e disse:
— Vai, aproveita e tira essa tanguinha apertada e fique à vontade. Esses dois panacas logo se acostumam com isso. Até parecem que não conhecem nossas xerecas. A sua o seu marido já conhece, e a minha já conheceu agora. Você também mostra a sua xoxota para eles e pronto.
Mari me olhou com jeito divertido e me perguntou:
— Você concorda com isso querido? Incomoda se eu ficar nua?
Eu não tinha nada contra. Estava até gostando daquela situação excitante delas ficarem nuas. Eu respondi imitando uma frase bem conhecida de uma propaganda de absorvente íntimo:
— Incomodada ficava a sua avó.
Mari e Grace sorriram achando graça na minha resposta. Mari se levantou e desamarrou os laços da tanguinha. Mas não soltou. Na hora de despir ela parou e provocou, num tom de brincadeira:
— Se eu vou ficar nua, acho que todo mundo tem que ficar. Vocês também precisam tirar a roupa. Queremos condições iguais para todos.
Grace concordou:
— Isso, todo mundo nu, agora!
Mari soltou os laços e o biquíni caiu. Estava nua. A xoxota depilada e lisinha.
Santeiro exclamou:
— Mó gostosa! Aí, tava regulando....
Rimos divertidos do jeito dele.
Mari parecia descontraída quando disse:
— Agora são vocês. Tratem de tirar o short.
Na hora que ela se sentou na cadeira suas pernas se abriram e deu para ver a xoxota estufada de grandes lábios volumosos. Santeiro nem esperou que ela insistisse e já foi se despindo e dizendo:
— Pra mim está ótimo. Aqui em casa eu prefiro ficar sem roupa nenhuma. Estamos acostumados.
Ao ficar nu ele exibia seu pau escuro e de bom tamanho com uma meia ereção. Era um caralho bem desenvolvido, com a cabeça roxa. Ele jogou o calção sobre uma cadeira e esperou que eu me despisse. Retirei também o meu calção com uma certa vergonha de estar com o pau meio duro. Eu estava excitado, mas fingia que nada estava acontecendo. Meu pau de tamanho médio, circuncidado e com a cabeça rosa avemelhada apontava para cima.
Grace exclamou:
— Que pinto bonito Lorenzo. A Mari não tem motivos de queixa. Está bem servida.
Santeiro, fingindo que queria desconversar disse:
— Chega de pinto. Depois vocês terão tempo para elogiar os nossos paus. Agora vamos preparar o churrasco.
Ele se afastou de volta para perto da churrasqueira que estava uns três metros mais ao fundo no fim da varanda. Eu fui com ele caminhando nu com o pau empinado. Ajudei-o a colocar mais carvão no braseiro e virar os espetos. O cheiro da carne assando era muito bom. De lá podíamos ver as duas mulheres ao sol conversando peladas e a imagem era tentadora. Eu comentei com ele:
— Vai ser duro baixar alguma coisa aqui com as duas daquele jeito.
A resposta de Santeiro me deixou sem saber o que dizer:
— Pois fique sabendo que elas querem é provocar a gente mesmo. A Grace está doida para ver nós dois bem tarados. Não viu como ela falou do seu pau?
Tentei argumentar:
— Ela estava brincando.
Santeiro contestou:
— Ela quer sacanagem. É louca para fazer uma transa junto com vocês. Já faz tempo que ela cometa isso comigo.
Olhei para ele sem saber se era brincadeira. Sabia que Santeiro era muito gozador e podia estar só de gozação. Mas ele me olhava tranqüilo e continuou:
— Desde que fizemos aquela viagem de navio no carnaval passado, aprendemos a fazer swing com outros casais a bordo. E também fizemos ménage. Foi uma delícia.
Aprendemos muitas sacanagens e gostamos. A Grace se soltou de vez. Ela sempre teve vontade de fazer isso com vocês. Já me contou que tem grandes fantasias com isso.
Ao ouvir aquilo senti uma onda de excitação me aquecendo o corpo todo e meu pau ficou ainda mais duro. Estava meio embaraçado e não sabia o que responder. O máximo que eu consegui falar foi:
— Que loucura!
Eu queria perguntar mais coisas. Aquilo me deixou muito curioso. Só que na hora não sabia o que dizer. A sugestão de fazer swing era muito excitante, mas eu não tinha a menor idéia da reação de Mari. Consegui articular:
— A Mari, eu nem sei o que ela pensa... Ela nem sonha...
Santeiro sorriu e sem esperar eu terminar falou:
— Ela curte sim! Fica tranqüilo que ela é mais tarada do que você pode pensar.
Eu não imaginava de onde ele tirava aquelas idéias. Naquele momento eu estava tão admirado e excitado com tudo que não conseguia pensar direito. Foi quando Santeiro me disse:
— Ela está com muito desejo. Fica daqui e preste atenção. Finge que está ocupado com o churrasco que eu vou lhe mostrar como ela fica com vontade.
Ele se afastou e chegando perto das duas mulheres, pegou uma bisnaga de creme protetor solar e disse:
— Chegou o protetor solar. Vamos passar. Quem precisa?
Grace fez um sinal para Mari como se oferecesse a vez a ela. Na mesma hora Mari se levantou da cadeira e disse que precisava. Ela ficou de pé nua na frente de Santeiro com os braços meio abertos e esticados esperando que ele passasse o creme. Ouvi ela dizer:
— Eu quero. Preciso de protetor urgente.
Santeiro perguntou:
— Posso passar em tudo?
Ela respondeu sorrindo percebendo que ele estava provocando:
— Sim, passe em tudo. Quero proteger tudo.
Eu nem sonhava que ela ficasse tão solta com tanta facilidade.
Santeiro espremeu um bocado de creme em sua mão e começou a espalhar pelo corpo dela. Minha mulher se deixava besuntar. Ele começou nos ombros, passou para os braços, nas costas, depois desceu para a cintura e chegou nas nádegas. Santeiro espalhava creme com a mão mexendo nas nádegas de Mari sem o menor receio. Até passou no comecinho do rego da bunda. Vi que minha mulher se submetia a tudo de pernas meio abertas sem esboçar nenhuma reação.
Eu fiquei fingindo que cuidava dos espetos e observava meio de lado. Estava admirado como ela estava à vontade com aquela cena. Então, Santeiro colocou mais creme na mão e passou sobre os seios dela, espalhando e massageando cada um dos peitos sem o menor pudor. Notei que os bicos dos mamilos dela estavam bem rígidos e os peitos mais firmes. O pau de Santeiro já estava totalmente ereto e duro. Os dois estavam bem próximos e ele continuou passando creme no corpo dela. Vi que Mari estava excitada e não tirava os olhos do pau dele. Grace observava sem se alterar.
Dos seios, Santeiro desceu para a barriga, o ventre, as pernas e as coxas. Passou entre as coxas e raspou a mão na xoxota. Mari de pernas meio abertas até estremeceu e suspirou. Ele já não passava apenas creme, estava acariciando minha mulher com sensualidade provocante. Continuou passando a mão na xoxota dela e Mari até abriu um pouco mais as pernas. Percebi que minha mulher suspirava com a respiração contida de desejo. Grace observava o marido alisar a minha mulher na xoxota e discretamente também se acariciava nos seios.
Eu estava paralisado pela surpresa. Fiquei no maior tesão de ver aquilo. Meu pau ficou empinado como um mastro e latejava. Abertamente eles estavam partindo para a sacanagem na nossa frente. Então Santeiro foi por trás dela, encostou-se às nádegas de Mari com o pau duro enquanto fazia massagem com o creme sobre os seios e a barriga dela com as duas mãos. Mari encostou-se a ele deliciada com aquela provocação e finalmente olhou para mim, estudando a minha reação.
Vi o pau duro dele se enfiando entre as nádegas dela. O olhar de minha mulher revelava que estava no maior desejo. Santeiro então fez com que ela se virasse mais de frente para mim segurando os peitos dela e me chamou dizendo:
— Vem aqui Lorenzo, eu não lhe disse que essas duas não resistem a uma boa sacanagem?
Eu olhava aquilo sem acreditar e fui me aproximando. Grace observava a cena com serenidade. Eu não sabia o que falar.
Santeiro provocou Mari dizendo:
— Vai, diz a ele. Pode assumir que está mole de tesão. Ficou tarada com meu pau se esfregando em você. Veja que ele também está super tusudo de ver você assim.
Mari me olhou com expressão transtornada pelo desejo e gemeu:
— Ai querido! É verdade!
Eu nem sabia o que devia responder. Não entendia como eu estava tão tarado de ver a Mari daquele jeito, excitada com Santeiro encoxando por trás e com os dois peitos em suas mãos. Santeiro falou:
— Está gostando de sentir meu pau tarado na sua bunda?
Mari quase soluçava de prazer quando assentiu:
— Sim, está me deixando louca!
Fiquei paralisado observando enquanto Santeiro dava beijinhos na nuca de minha mulher. Vi que ela suspirava e a pele dela ficava totalmente arrepiada.
Santeiro continuou provocando:
— Pergunta se ele está gostando de ver.
Mari me olhava com expressão de quem está completamente sem controle. Ela balbuciou:
— Você está achando bom querido?
Não consegui responder. Estava travado de tão excitado. Sentia um nó na garganta.
Então, vi que Grace havia se levantado e me abraçou por trás. Ela encostou os peitos nas minhas costas e os biquinhos duros me provocavam. Com uma das mãos ela segurou no meu cacete e falou:
— Se eles podem brincar a gente também pode.
Eu deixei escapar um “é” sem conseguir controlar mais nada e ela me alisava o ventre dizendo no meu ouvido mas em tom que os dois podiam ouvir:
— A Mari está doida pra transar com o Santeiro. Ela está tarada no pau dele. Só falta você concordar pra gente partir para a sacanagem. Eu também estou muito tesuda com isso!
Mari de pernas meio abertas havia deixado Santeiro enfiar a caceta rija no meio de suas coxas por trás e a cabeça escura do caralho dele aparecia bem na frente encostada na xoxota. Ele empurrava e recuava.
A visão daquilo me excitava demais. Perceber que minha mulher que sempre era reservada estava gostando daquela sacanagem me deixou mais tesudo ainda. Santeiro provocou falando no ouvido de minha mulher:
— Vai, conta pra ele que você está muito tarada com meu pau nas suas coxas. Diz que quer sentir ele entrando em você. Pede se ele deixa você dar essa xoxota melada pra mim.
Mari suspirava com expressão de quem está fora de si. Ela falou:
— Meu amor, é verdade, é muito bom! Eu estou toda melada de tesão.
Grace também me provocava com a mão no meu pau e perguntou a ela:
— Quer dar pra ele? Você está com tesão no meu marido?
Mari suspirava e gemia concordando:
— Muito! Quero muito!
Olhando para meus olhos ela disse:
— Ai meu bem eu estou louca de vontade. Você deixa?
Senti uma emoção incrível. Era uma loucura aquilo. Fiz um esforço e consegui responder muito excitado concordando:
— Sim, eu deixo. Estou maluco pra ver isso.
Mari parecia feliz. Ela perguntou:
Você quer ver eu dando pra ele? Acha que vai gostar de ver?
Naquele momento eu queria tudo. Consegui dizer:
Sim, quero ver você levar vara e gozar muito!
Grace perguntou a ela:
— Posso ficar com seu maridinho enquanto você dá pro Santeiro?
Mari gemendo conseguiu responder que sim. Grace por trás de mim e Santeiro por trás de Mari nos empurravam e fomos ficando bem juntinhos, de frente um para o outro. Santeiro falava provocações no ouvido dela:
— Beija ele gostoso! Mostra como você está tarada com meu pau nas suas coxas.
Mari me beijou com a boca ávida por minha língua. Foi um beijo ardente. A seguir ela me confessou gemendo:
— Ai meu amor ele é muito sacana e parece tarado. Fala coisas que me deixam louca. O pau dele é muito gostoso.
Ela se encostou em mim e senti a cabeça do pau de Santeiro entre as pernas dela me pressionando a coxa. Ela deixava encostar para que eu pudesse sentir e aquilo me deixou mais tarado ainda.
Vi que Mari virava o rosto e também beijava Santeiro com a língua. Grace me empurrou mais e prensamos Mari num sanduíche. Meu pau se espremia na barriga de minha mulher e o caralho de Santeiro se encostava no meu saco. As duas mulheres também se beijaram. Grace me alisava e dizia:
— Também quero fazer muita sacanagem com vocês dois.
A seguir ela nos separou. Completamente dominado pela volúpia deixei que Grace me ajudasse e me sentei numa cadeira. Ela tratou logo de meter a boca no meu pau e começar a chupar. Minhas mãos já acariciavam o corpo firme e sensual daquela amiga devassa. Senti seus peitinhos rijos vibrando em minhas mãos. Consegui comentar:
— Você me deixa maluco.
Ela respondeu:
— Sempre quis transar com vocês dois.
Ao nosso lado Santeiro fez Mari se sentar na outra cadeira e ficou de pé oferecendo o caralho para que minha mulher também lhe pagasse um boquete. Mari mamou deliciada naquela piroca escura e firme durante um minuto. Grace também me fazia um boquete delicioso. Eu tinha que me controlar para não gozar com aquela boca quente mamando e sugando como uma bezerra.
Santeiro falava sacanagens para minha mulher e ela gemia completamente entregue a ele. Ele sussurrou:
— Dá meu pau para ele chupar. Mostra o que você sente. Ensina ele a fazer um boquete igual você faz.
Mari sorriu com expressão tarada . Ouvi ela dizer:
— Vem querido, prova como é gostoso chupar este pau duro do Santeiro. Sente o tesão que eu estou sentindo.
Olhei para ela sem acreditar no que estava ouvindo. Parecia loucura. Mas Grace também insistiu:
— Vai! Experimenta, sente o que nós sentimos com um pau tesudo na boca! O Santeiro adorou aprender a fazer isso.
Minha expressão devia ser de total admiração. Fiquei boquiaberto parado sem entender nada.
Mari parou de mamar na piroca escura dele e me ofereceu dizendo:
— Vem amor, chupa para saber como é gostoso!
Eu disse como se perguntasse:
— Gostoso?
Ela insistiu:
— Vem sentir o pau vibrando de tesão dentro da boca. Eu adoro. Olha que pica gostosa!
Santeiro emendou:
— Eu gostei de fazer. Adorei sentir como é que é!
Mari oferecia a pica para mim. Estava a dez centímetros do meu rosto.
Santeiro me incentivou:
— Sei que você ficou com vontade! Pode chupar.
Minha mulher lambeu a pica escura com um jeito provocante e depois me deu um beijo dizendo:
— Sente que cheiro de tesão mais louco!
Pude sentir o cheiro do caralho nos lábios dela e reconheci que minha tara estava tão descontrolada que aquilo me excitava muito. Acabei sussurrando:
— Nossa, é mesmo muito tesudo esse cheiro!
Mari sorriu feliz, mamou um pouco no pau duro de Santeiro e me mostrou todo melado de saliva dizendo:
— Olha, faz como eu. Experimenta! Eu quero ver você chupar comigo. Fico louca de tesão com isso!
Ela praticamente me enfiava a piroca de Santeiro na boca. Vi que minha mulher perdera completamente toda a vergonha. Com o tesão dela fiquei maluco. Perdi também minhas barreiras. Abri a boca e dei uma lambida de leve. Senti o pau rijo e sua anatomia. O cheiro era muito provocante mesmo porque misturava a saliva de Mari. Meu pau também vibrava sendo chupado por Grace. Esta falou:
— Faz como estou fazendo:
Comecei a mamar sugando a cabeça inteira do pinto de Santeiro. Na minha mente a curiosidade era de saber como Mari sentia aquilo. Santeiro confirmou dizendo:
— Mama como você gosta de ser mamado. Imagina que está me chupando como se fosse ela. É para me dar vontade de foder na Mari. Isso dá muito tesão!
Aloprei de vez. Comecei a chupar e passar a língua no caralho que dava alguns solavancos dentro da minha boca. Eu não acreditava que estava morrendo de tara por fazer aquilo. Mari me incentivava:
— Ai, chupa gostoso querido, sente o desejo que eu tenho de ver ele tarado.
A verdade é que me sentia completamente liberado com a cumplicidade deles. Nada parecia errado. Ou melhor, tudo ganhava um sabor especial de pecado. Naquele momento tudo tinha sabor de prazer. Fui chupando e ficando cada vez mais tarado também. Percebi que aquilo de excitava demais e Santeiro gemia alto enquanto Mari falava no meu ouvido:
— Isso, mama com tesão. É um caralho forte e rijo. Sente como eu, louca para deixar ele gozando!
Quando eu vi estava mesmo sugando o pinto do meu amigo como se eu fosse minha mulher, totalmente excitado com aquilo. Sentir o desejo dele me deixava louco. Naquele momento, Grace percebeu que eu já estava para gozar também e parou de me chupar. Mari me puxou e beijando minha boca disse:
— Isso querido, ele está quase gozando. Quero que ele goze dentro de mim.
Naquele momento, não sei de onde Grace retirou duas camisinhas e me entregando uma falou:
Põe no pau dele para que o Santeiro possa foder a Mari bem gostoso do jeito que ela gosta.
Tratei de agir rápido. Nossa vontade nos impelia. Vesti a camisinha naquele caralho escuro e cheio de veias. O pau parecia ter vida própria e dava socos para cima. Santeiro falou:
— Vou meter tudo. Esta cadelinha no cio está louca para sentir minha pica.
Mari ficou de quatro, apoiada de joelhos sobre o assento da cadeira. De pernas meio abertas ela empinou a bunda e ofereceu a xoxota me pedindo:
— Vai querido, olha esta cadelinha no cio. Enfia ele aqui, estou louca de tesão!
Aquilo era uma doideira completa. Ia enfiar a piroca do meu amigo na xoxota de minha mulher e eu estava louco de prazer por fazer aquela sacanagem. Segurei no cacete que parecia ter eletricidade e direcionei para a xoxota de minha mulher que estava toda melada de desejo. Vi a cabeça do cacete se encostar, abrir espaço entre os grandes lábios da xoxota e escorregar até minha mão encostar na bunda e ter que largar o caralho. Aquilo provocou gemidos de prazer em Mari:
— Ai que maravilha! Entra gostoso!
Santeiro exclamou:
— Olha que sacana! Engoliu toda a minha vara de uma vez! Que xoxota gostosa e quente!
Eu estava hipnotizado com a cena. Nunca sonhei que aquilo fosse tão excitante. Alucinada de tesão, Grace também me fez recostar na outra cadeira e vestiu a camisinha no meu caralho que já escorria um líquido viscoso e farto. Em seguida ela também montou a cavalo sobre meu ventre e me ajudou a penetrá-la. Meu pau escorregou dentro da xoxota estufada e rosada. Era bem apertadinha e fazia pressão pompoarista na base de meu cacete. Quase gozei na mesma hora. Grace falou:
— Sempre imaginei sentir você me comendo! Me fode bem gostoso enquanto eles também se acabam.
As duas mulheres se movimentavam para cima e para baixo, para frente e para trás, deliciadas com as pirocas em suas xoxotas. Eu acariciava e beijava os seios de Grace que gemia alto contando como estava bom. Mari exclamava:
— Oh querido, que delícia! Estou me acabando neste caralho enorme! Vem Santeiro, me fode gostoso que eu estou alucinada de prazer!
Aos poucos nossos movimentos foram ficando cada vez mais intensos. Trepar com aquela delícia de mulher que é a Grace enquanto via Mari e Santeiro transando ao nosso lado, dava uma emoção muito mais forte. Tinha consciência que havíamos feito a troca dos casais e de uma forma maravilhosa.
Não sei se foi rápido ou se demorou muito. O certo é que fomos dominados pela volúpia e nos entregamos totalmente. Quando vimos estávamos gozando ao mesmo tempo, urrando, gemendo, pedindo mais, de um jeito tão intenso que quando fomos terminando nossos espasmos de prazer, quase desmaiamos nos braços uns dos outros. Ficamos estirados nas cadeiras, as mulheres sobre nossos corpos, entregues ao relaxamento que se sucedeu aos orgasmos. Foi assim de surpresa que nos iniciamos no swing na casa de nossos amigos, naquela tarde de domingo deliciosa. Depois daquela iniciação, tivemos até de noite para muitas outras transas maravilhosas. Mas vou contar da próxima vez.
leno@porprazer.zzn.com
Publicado originalmente em: Casa dos Contos

Um comentário:

Anônimo disse...

maravilhoso este conto;
de Mestre; Parabéns